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A corrida pelo mundo e o salto para a realização de sonhos

Por: Assessoria de imprensa

“Caminho a gente acha, desafio a gente enfrenta. Desejo a gente mata, vida a gente inventa. E sonhos...bem, sonhos a gente realiza”. Essa mensagem foi escolhida pelo técnico Paulo César da Costa, de Campo Mourão, para atletas e técnicos que seguem a trajetória no esporte em busca de oportunidades, conquistas e realizações de sonhos. Com uma bagagem cheia de momentos incríveis com o atletismo, Paulinho compartilhou suas experiências no Desposto Escolar juntamente com a Federação do Desporto Escolar do Paraná (FDEPR) e a Confederação Brasileiro do Desporto Escolar (CBDE) e mostrou que a frase citada pode, sim, fazer bastante sentido na vida de muita gente.

Embarque da delegação Brasileira para o Mundial Escolar de Atletismo na Croácia, em 2019, conexão na Alemanha (Foto: Arquivo pessoal)


A história de Paulinho no atletismo começou em 1984, na cidade de Londrina, quando ainda estudava no ensino médio. A relação com a modalidade foi aumentando e o que poderia ser apenas um passatempo para alguns, se tornou algo indispensável para ele. Formado em Educação Física, foi para Campo Mourão em 1991 e iniciou os trabalhos como treinador. Em 2012, participou pela primeira vez de uma competição da FDEPR/CBDE, Jogos Pan-Americanos Escolar na Guatemala. Desde então, o comandante coleciona participações no Desporto Escolar.


Representando o estado do Paraná e o Brasil em Campeonatos Mundiais organizados pela Federação Internacional do Desporto Escolar (ISF), Paulinho já esteve na Guatemala (2012), China (2015) – especificamente em Wuhan, cidade que foi o epicentro do início do Corona Vírus – Turquia (2016) e na Croácia (2019), além das participações em Brasileiros realizados em Recife, Belo Horizonte, Porto Alegre, São Paulo e Natal. Seus alunos conquistaram medalhas em todas as competições.

Pódio no Mundial Escolar de Atletsimo realizado na Guatemala, em 2012 (Foto: Arquivo pessoal)


“As experiências e viagens que tive ao longo dos anos com a FDEPR e CBDE foram incríveis, cheias de desafios, com muitas alegrias, conhecimento e uma grande bagagem. Conheci cidades, países, pessoas, histórias e cultura. Tudo isso foi muito gratificante para meu ganho profissional”, disse Paulo. “Wuhan foi uma experiência nova. Um país asiático com culturas bem diferentes, além de ser o primeiro Mundial Escolar que eu estava participando. A competição foi dentro de uma escola e eu fiquei impressionado com a estrutura esportiva escolar, nunca tinha visto igual. No tempo livre, conheci o famoso mercado de bichos exóticos que eles comem”, completou.

Premiação no Mundial Escolar de Atletismo realizado na China, em 2015. (Foto: Arquivo pessoal)


Mas, para chegar onde chegou, os primeiros passos sempre foram dados “em casa”, na primeira etapa do processo seletivo. “Nossas Seletivas Estaduais são muito importantes para a formação da equipe que representará o estado, sendo muito justo as convocações”. Com um sistema de competição democrático, no qual qualquer aluno/atleta pode se inscrever para buscar a sua chance, oportunidades são criadas e situações que parecem distantes se tornam reais. “Nossos atletas quando convocados sonham com a viagem. Bastante vem de famílias carentes e muitas vezes a primeira vez que fazem uma viagem de avião, que conhecem outro país e, até mesmo, veem uma praia. A CBDE e a FDEPR realizam sonhos para esses adolescentes e dá esperança de vida melhor para todos eles”, afirmou.

Atletas reunidas no Brasileiro Escolar de Atletismo (Foto: Arquivo pessoal)

Por fim, Paulinho analisou como essas competições auxiliam na formação e na visibilidade dos alunos/atletas. “Eles viram que conseguem chegar em um mundial e competir de igual. Eles voltam das viagens ainda mais fortalecidos e valorizam tudo em nosso país, como escola, lugares de treinamento, professores e eles mesmos. Além disso, sempre voltamos nas escolas onde eles estudavam e fazemos um relatório com fotos e experiência que tiveram. Com a oportunidade mostrada pelos atletas, o número de jovens nos treinamentos aumenta. Ver a felicidade dos atletas em falar que esteve em outro país é fantástico”.

Atletas paranaenses no Mundial Escolar de Atletismo realizado no Marrocos, em 2018

(Foto: Arquivo pessoal)

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